A análise de como a superlotação e a violência institucional fomentaram a união dos detentos para autoproteção.
Amorim argumenta que o crime organizado não prospera apenas pela força das armas, mas pela sua capacidade de penetrar nas instituições oficiais através da corrupção. Ao ditar regras de conduta nas favelas e periferias, financiar campanhas políticas e fornecer assistência social que o governo não entrega, o CV e o PCC estabeleceram um verdadeiro "Estado Paralelo". O cidadão comum dessas comunidades encontra-se emparedado entre a truculência intermitente da polícia e a vigilância constante e impiedosa do tráfico. Conclusão "CV - PCC: A Irmandade do Crime" cv pcc a irmandade do crime pdf