Duhigg explica que o hábito é uma forma de economia cerebral. O cérebro humano está constantemente buscando maneiras de economizar energia. Quando uma atividade se torna repetitiva, o cérebro a converte em um "piloto automático".
A linguagem é um campo de batalha. Palavras que outrora serviam exclusivamente para a ofensa ou a marginalização são frequentemente "reapropriadas" por grupos subalternos para gerar novos sentidos de orgulho e autonomia. No cenário contemporâneo brasileiro, a expressão "O Poder da Rata" emerge não apenas como uma gíria, mas como um símbolo de uma feminilidade que se recusa a ser domesticada ou silenciada.